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Polícia quântica
O princípio da incerteza
- Você tem ideia o quão rápido estava indo ali atrás?!
- Não
- Droga. Nem eu.

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Como servir o Champagne

Na hora de brindar o aceite daquele artigo importante em uma revista científica de qualidade, um cientista deve estar atento sobre o modo como deve servir o Champagne.
Existem táticas para minimizar a perda do gás (CO2), e nada melhor do que usar a própria ciência para quantificar o efeito.
Em artigo publicado no ´Journal of Agricultural and Food Chemistry´ pesquisadores franceses (Champagne é com eles mesmo!) concluiram que para minimizar a perda de CO2 o Champagne deve ser servido inclinando a taça, como se serve uma cerveja sem colarinho, e com uma baixa temperatura do líquido.
Um brinde!
Talvez você possa usar esta ideia para propor um novo estudo, com outras bebidas, como desculpa para beber no laboratório (sem excessos!
).
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Incerteza do amor
O princípio da incerteza de Heisenberg talvez explique a dificuldade em encontrar o verdadeiro amor.

Via Neilmango
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Newton x Einstein

Escrito e enviado por Belmiro Wolski.
Chegando ao céu, Einstein é recepcionado por São Pedro, que o encaminha aos seus aposentos. No dia seguinte, ainda meio aturdido pelos últimos acontecimentos, sai para um passeio, caminhando calmamente pelos jardins envoltos por uma névoa fina e delicada. O lugar é tranqüilo, com pouca gente circulando, todos com uma impecável veste branca.
- Parece que o céu não é um lugar muito povoado mesmo – pensa. Mais adiante, um senhor está sentado em um banco embaixo de uma grande árvore. É uma figura estranha, magro e com uma peruca branca de cabelos encaracolados e compridos. Einstein se aproxima e o cumprimenta.
- Está um lindo dia não?
- O senhor deve ser o famoso Einstein, estou certo? – responde secamente o senhor da peruca.
- Correto. Mas como sabia? – pergunta Einstein, surpreso.
- Foi Ele quem me falou ontem que você estava para chegar.
- Ele quem? Deus?
- E quem mais haveria de ser?
- Então podemos conversar com Ele, senhor, senhor…?
- Newton. Isaac Newton.
-Isaac Newton!! Estou diante de Isaac Newton? Mas é uma honra!
Mas Newton parece estar aborrecido com Einstein e não retribui o elogio. Em seguida pergunta, em tom áspero.
- Então foi o senhor que minimizou a importância das minhas descobertas?
- Como assim, não estou entendendo… – responde Einstein, dissimulando.
- A mecânica newtoniana foi transformada em um caso particular, depois da sua teoria geral da relatividade.
- Puxa, sinto muito se o magoei. Não foi intencional. Sabe como é, a ciência tem que evoluir. Além do mais, cedo ou tarde alguém teria descoberto a mesma coisa.
- Você alterou totalmente o entendimento da gravidade. De onde você tirou aquela idéia de espaço curvo?
- Bem, eu…
- Deixe prá lá. Isso não tem mais importância. Mas eu tinha que falar. Estava engasgado.
- Aceita um mel? – pergunta Newton, tirando um potinho da sacola.
- Não obrigado! Mas a sua teoria é muito importante para a maioria dos casos.
- Obrigado. – e levantando-se com o potinho de mel nas mãos, diz -Agora tenho que ir para minha aula de harpa.
E antes que Einstein dissesse alguma coisa, Newton complementa.
- À tardezinha tem happy hour com Ele no jardim principal. Nos reunimos todo dia para jogar dados. Não quer ir?
- Mas Deus não joga dados! – exclama Einstein, surpreso.
- Isto é o que você pensa! Aliás, é a única coisa que se pode jogar por aqui. Cartas é só lá embaixo. Sabe como é…
- À propósito. Ele me levou para dar uma espiadinha no futuro. Dois mil e pouquinho. Sua teoria está sendo muito usada lá. Utilizam para cálculos em telecomunicações, viagens espaciais, laboratórios de pesquisa e muito mais. Parabéns.
- Obrigado. – responde Einstein, satisfeito.
- Ah, já ia me esquecendo. Tem uma outra teoria que está fazendo muito sucesso por lá. Chamam de teoria das supercordas. E ao que tudo indica, a sua teoria geral é um caso particular desta.
E, virando as costas, Newton se afasta, com um sorriso debochado no rosto, como a dizer – sua teoria também não é completa.
Einstein, encucado, observando Newton se afastar, exclama para si mesmo:
- Humpf. Há séculos aqui e nem harpa aprendeu a tocar ainda.
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Fórmula simplificada para entender as mulheres!

(Acho que este quadro é de um famoso professor de física, não consigo lembrar o nome[É do filme A Serious Man. Obrigado Renata.)
Enviado por e-mail por Cristiano Brudna. Via Recebiporemail.
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A vingança do Gato de Schroedinger
Gato de Schroedinger II: A vingança!
Desta vez…
pode ou não ser pessoal

Achei no FreshPhotons, o original parece ser daqui (em Creative Commons).
Veja maisPara saber mais
Para entender sobre este curioso experimento mental, acesse o texto na Wikipedia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gato_de_Schr%C3%B6dinger












