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Esqueceu? A culpa é da porta!

“O que é que eu ia mesmo fazer?”
Esquecer o que iria fazer, ao entrar em uma sala, pode ser culpa do fato de você passar por uma porta. É o que revela o autor do estudo, Gabriel Radvansky, que trabalha como professor de psicologia na Universidade de Notre Dame, nos EUA.
“Entrar ou sair por uma porta serve como um ´elemento delimitador´ na mente, que separa os episódios de atividade e arquivamento”, afirmou o pesquisador Gabriel Radvansky. “Recordar a decisão ou atividade que foi feita em uma sala diferente é difÃícil porque ela foi compartimentalizada”.
Na nossa mente a passagem por uma abertura sinaliza o fim de uma cena, como em um filme.
Os resultados publicados no Quarterly Journal of Experimental Psychology foram obtidos em três experimentos, realizados em ambientes virtuais e reais, e nestes os voluntários deveriam realizar testes de memória ao vagar por uma sala e ao atravessar uma porta. O resultado: “As pessoas tinham 2-3 vezes mais chances de esquecer o que eles deveriam fazer depois de caminhar por uma porta.” Isto sugere que portas atuaram como bloqueios mentais, impedindo nossa capacidade de recuperar memórias formadas em outro lugar.
Esqueceu? Culpa das portas!
Artigo original
“Walking through doorways causes forgetting: Further explorations“; Gabriel A. Radvansky, Sabine A. Krawietz & Andrea K. Tamplin; The Quarterly Journal of Experimental Psychology Volume 64, Issue 8, pages 1632- 1645, 2011; DOI:10.1080/17470218.2011.571267
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Tamanho dos seios e carona

Artigo publicado em 2007 na revista científica Perceptual & Motor Skills, pelo pesquisador francês Nicolas Guéguen, demonstrou o óbvio: Mulheres com peitos maiores conseguem pegar carona mais facilmente.
Para testar a influência do tamanho dos seios na taxa de sucesso ao conseguir carona, uma voluntária de 20 anos de idade usou um sutiâ que permitia a variação do tamanho do busto.
Ao todo foram analisados 1200 motoristas franceses, homens e mulheres, no seu impulso em oferecer carona para a voluntária.
A garota permaneceu em uma rodovia na qual as pessoas normalmente pedem carona, e ficou lá, acenando para os motoristas que passavam.
O aumento do tamanho do sutiã da voluntária causou um aumento significativo dos motoristas do sexo masculino que ofereciam carona. O efeito não foi observado com motoristas do sexo feminino.
Artigo original:
Bust size and hitchhiking: a field study
Percept Mot Skills. 2007 Dec;105(3 Pt 2):1294-8.
Via Discoblog
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Mulheres deixam os homens burros

Pesquisas recentes demonstraram que homens heterossexuais apresentam uma diminuição da capacidade cognitiva (traduzindo, ficam meio burrinhos) após uma interação com uma mulher.
Os pesquisadores deduziram que isto ocorre devido ao grande esforço mental feito pelos homens ao tentar causar uma boa impressão durante a interação.
Os cientistas holandeses perceberam também que uma interação com uma mulher por meio de um computador, já era suficiente para causar um efeito emburrecedor. Ou até mesmo a simples antecipação da situação poderia prejudicar o desempenho cognitivo.
Além disso, os dados mostraram que os efeitos ocorrem mesmo se o homem não tem informações se a mulher é ou não atraente.
Lição! Melhor não conversar com nenhuma colega antes de uma prova!
Artigo original
´The Mere Anticipation of an Interaction with a Woman Can Impair Men’s Cognitive Performance.´
Nauts S , M Metzmacher , Verwijmeren T , V Rommeswinkel , Karremans JC
Arch Sex Behav. 2011 Nov 1.
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Informações suplementares interessantes
Um artigo científico comete um erro e indica um website pouco convencional para se ter nos ´dados suplementares´.

Cuidado, o website não deve ser acessado por menores de idade.
O erro está no artigo ´Preparation and Photocatalytic Properties
of g-C3N4/TiO2 Hybrid Composite´, e foi publicado no Journal of Materials Science & Technology, em 2010.
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Pesquisando a estupidez humana

Já propusemos por aqui que a burrice fosse incorporada nos estudos da inteligência artificial. E é bom ver que a estupidez, sua irmã criativa, não foi esquecida.
Pesquisas sobre a estupidez:
On the politics and sociology of stupidity in our society
LA Dexter – Social Problems, 1962 – JSTOR
The importance of stupidity in scientific research
MA Schwartz – Journal of Cell Science, 2008
The Stupidity of Patients
A.R. Moore, Journal of Medical Ethics, vol. 5, no. 4, December 1979, pp. 207-8.
Psychosexual Genesis of Stupidity
K. Landauer, Psyche, vol. 24, no. 6, June 1970, pp. 461-84.
E talvez os mais importantes estudos já feitos…
Artificial intelligence meets natural stupidity
D McDermott – ACM SIGART Bulletin, 1976
Artificial Stupidity
The Journal of Portfolio Management
Winter 1997, Vol. 23, No. 2: pp. 24-29
Fonte ImprobableResearch
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